Gabriel Vicente nasceu em Niterói em 1991 e desde criança cultivou o interesse pela arte graças à convivência com seu tio, o artista plástico, Rafael Vicente. Frequentou alguns atelieres como o Atelier Paragó, o Espaço Virtuosi e o Atelier Rafael Vicente, praticando as técnicas de desenho e pintura e fez algumas exposições coletivas entre de 2003 até 2008, ano que começou os estudos em Arquitetura e Urbanismo na Universidade Federal Fluminense (UFF).

Na Universidade foi bolsista do CNPq na pesquisa Vitrais e a Construção Simbólica da República Brasileira orientado pela Professora Valeria Salgueiro. A pesquisa investigava a participação dos vitrais localizados em prédios públicos na construção simbólica da Primeira República e um dos métodos utilizados era o desenho das obras para percepção de detalhes não notados apenas com a observação. O projeto conquistou o 1º lugar no Prêmio Vasconcelos Torres de Ciência e Tecnologia (CNPq/UFF).

Posteriormente, foi bolsista do Laboratório de Conservação de Energia e Conforto Ambiental (LabCECA) na pesquisa Avaliação da regulamentação para Avaliação da Eficiência Energética dos Edifícios RTQ-C, orientado pela Professora Louise Land Bittencourt Lomardo. No laboratório ajudou na organização do  XI Encontro Nacional de Conforto no Ambiente Construído e no VII Encontro Latino Americano de Conforto no Ambiente Construído, além de colaborar em artigos, sendo um deles publicado no II Congreso Internacional Medio Ambiente Construido Y desarrollo Sustenable, em Cuba.

Participou de diversos concursos arquitetônicos como os promovidos pela Architectural Competition – Concours d’Architecture (AC-CA), pelo Instituto Estadual do Ambiente, pelo Instituto de Arquitetos do Brasil, entre outros. Vale destacar a premiação de 3º lugar no Concurso para o Museu de Ciências de Volta Redonda promovido pelo Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Estado do Rio de Janeiro com o projeto: O que nos torna vivos? e a participação como colaborador no concurso Porto Olímpico com o escritório Oficina de Arquitetos.

Começa a estagiar no escritório Ana Cristina Carrielo Arquitetura em 2010 e passa a dominar os softwares necessários para projetar como AutoCad, SketchUp, Pacote Adobe e renderizadores. Mais tarde passa a dominar o Lumion, tendo ferramentas necessárias para: desenhar, modelar, renderizar e por fim fazer vídeos e apresentar. Na mesma época participa como colaborador do projeto Estação Ecológica de Guaxindiba do escritório OCAM.

Em 2011, estudou um ano na Faculdade de Arquitectura, na Universidade Técnica de Lisboa (UTL), como bolsista da UFF. Lá teve chance de aperfeiçoar as técnicas de desenho, orientado pelo Professor Mário Say Ming Kong. Adotou o sketchbook como ferramenta de trabalho e passou a expressar suas viagens e rotina em formas de desenho.

De volta ao Brasil, passa a integrar como estagiário a equipe do escritório Mareines+Patalano Arquitetura e passa a ser monitor da disciplina Expressão no Urbanismo, na qual usa a experiência adquirida em Portugal para mostrar a necessidade do desenho no processo projetual e propõe a adoção do sketchbook aos alunos. Expõe o Projeto Urbanístico realizado no workshop com a École Nationale Supérieure d’architecture de Paris-Val de Seine intitulado “Costurando a Cidade à Água / Coudre la Ville à L’Eau”, na Escola de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Federal Fluminense .

Concluiu o curso em 2014 com a apresentação do projeto CORDA – Comunidade Regional de Aprendizado, com nota 10,0.

É contratado como arquiteto pelo escritório Mareines+Patalano Arquitetura e passa a colaborar em projetos corporativos, institucionais, comerciais, hoteleiros e residenciais como a Residência Campos do Jordão, Residência da Joatinga e a Residência Trancoso.

Com a experiência obtida colaborando com o projeto de ampliação do Colégio MOPI Itanhangá e pesquisa para o projeto de finalização de curso, passa a coordenar os projetos educacionais do escritório, sendo responsável pelos projetos do Colégio Eliezer Max, em Laranjeiras; ETERJ – Escola Técnica do Rio de Janeiro, em Santíssimo; e duas escolas do Grupo Eleva, na Tijuca.

Atualmente, é associado da Vanguarda Produções e atende as mais diversas demandas que o setor de eventos pode solicitar ao arquiteto, tendo clientes como a Shell e a Fábrica Bhering.